A transição da Reforma Tributária começou oficialmente agora em 2026. Para quem toca a operação de um restaurante, bar ou lanchonete, entender o que muda é fundamental para evitar erros na emissão fiscal e manter a empresa em dia.
Vamos traduzir as novas regras para a realidade do balcão e do caixa.
Na essência, o que está acontecendo é a alteração da forma como os impostos são cobrados, visando unificar tributos.
O fim da “sopa de letrinhas”

Até então, a operação lidava com cinco impostos diferentes sobre o consumo: PIS, COFINS e IPI (federais), ICMS (estadual) e ISS (municipal).
A reforma unifica esses tributos em um formato conhecido como IVA Dual (Imposto sobre Valor Agregado).
Na prática, eles se transformam em dois novos tributos:
- CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): federal, substituindo PIS, COFINS e IPI.
- IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): estadual e municipal, substituindo ICMS e ISS.
Este ano de 2026 marca o início da fase de testes. Começamos com uma cobrança simbólica de 1% (0,9% de CBS e 0,1% de IBS) para que as empresas, os contadores e os softwares se adaptem ao novo formato, que será implementado de forma gradual nos próximos anos.
E quem é do Simples Nacional?

Essa é a dúvida que mais aparece no setor de alimentação. Se o seu restaurante opta pelo Simples Nacional, a legislação previu duas rotas de adaptação:
- Manter o formato atual: Você pode continuar recolhendo os impostos na guia única do Simples, da mesma forma que faz hoje.
- Recolher o novo IVA por fora: Você pode optar por recolher o IBS e a CBS separadamente. Essa opção permite que a sua empresa transfira créditos tributários para clientes pessoa jurídica (o que pode ser um diferencial se você fornece marmitas ou refeições corporativas para outras empresas).
A melhor escolha depende muito do perfil dos seus clientes. É uma decisão técnica que deve ser tomada junto com o seu contador.
O papel do seu sistema de gestão

Você não precisa virar um especialista em direito tributário para tocar o seu negócio.
A sua energia precisa estar na qualidade do cardápio, no controle de estoque e no atendimento ao cliente. A complexidade do cálculo de impostos, a atualização de alíquotas e a emissão correta do cupom fiscal (NFC-e) devem ser resolvidas pela tecnologia.
O papel do seu PDV é garantir que a transição ocorra de forma silenciosa e segura nos bastidores. No Comanda10, nossa engenharia de software acompanha as diretrizes da Receita Federal e da SEFAZ para garantir que a sua emissão fiscal esteja sempre atualizada com as novas regras da reforma, sem margem para erros ou multas.
A legislação mudou, mas a sua frente de caixa não pode parar. Se você quer a tranquilidade de operar com um sistema de gestão que já está preparado para o novo cenário tributário, clique em Comanda10 e fale com a nossa equipe. Vamos mostrar como o nosso sistema simplifica a rotina do seu restaurante.

